Mandala é uma palavra sânscrita, que significa círculo. A Mandala também possui outros significados, como círculo mágico ou concentração de energia. Universalmente a Mandala é o símbolo da totalidade, da integração e da harmonia.

Em várias épocas e culturas, a mandala foi usada como expressão científica, artística e religiosa. Podemos ver mandalas na arte rupestre, no símbolo chinês do Yin e Yang, nos yantras indianos, nas mandalas e thankas tibetanas, nas rosáceas da Catedral de Chartres, nas danças circulares, nos rituais de cura e arte indígenas, na alquimia, na magia, nos escritos herméticos e na arte sacra dos séculos XVI, VII e XVIII.

A forma mandálica pode ser encontrada em todo início, na Terra e no Cosmo: a célula, o embrião, as sementes, o caule das árvores, as flores, os cristais, as conchas, as estrelas, os planetas, o Sol, a Lua, as nebulosas, as galáxias. Se observarmos o cotidiano a nossa volta, perceberemos estruturas mandálicas onde nunca pensaríamos haver, como no gostoso pãozinho ou no macarrão que comemos: começam com a massa que depois de amassada vira uma bola – mandala tridimensional – para crescer. O prato onde comemos tem a forma circular, e quando nos servimos formamos uma mandala colorida, que irá nos alimentar e nos nutrir, dando energia e vitalidade ao nosso corpo. A própria Terra foi formada por uma explosão de forma mandálica.


A mandala pode ser utilizada na decoração de ambientes, na arquitetura, ou como instrumento para o desenvolvimento pessoal e espiritual. A mandala pode restabelecer a saúde interior e exterior. Podemos usar uma mandala para a cura emocional, que refletirá positivamente em nosso estado físico, e assim ficaremos com mais saúde e vigor. Também podemos utilizar uma mandala para a cura de ambientes, como o familiar e o de trabalho, ou para preparar um espaço especial, onde você irá meditar ou fazer sessões de cura, como massagem, Reiki, astrológica, psicoterápica, atendimento clínico.

A catedral de Brasília, assim como outras catedrais, usa a mandala para criar um ambiente sagrado e especial, muitos templos usam a geometria sagrada e a forma circular para fazerem suas construções e, assim, formarem uma aura protetora e especial no lugar. Os budistas construíram as famosas Stupas, que são lugares consagrados à oração. Dentro delas há relíquias de mestres iluminados, orações, pedras especiais e outros apetrechos sagrados. Elas possuem forma mandálica e os seguidores as reverenciam. Também é pratica dentro do budismo a oferenda de mandalas para divindades.

Na arte podemos ver as mandalas retratadas de várias formas, nas abobadas das grandes catedrais européias, nos vitrais de Chartres, nas auréolas dos santos, em pratos e porcelanas chinesas e gregas, na arte indígena e rupestre.
Atualmente muitos artistas pintam e desenham lindas mandalas decorativas para comporem ambientes.

Também a astrologia utiliza a forma mandálica para diagramar o zodíaco. O diagrama astrológico contém doze setores de 30 graus cada um, onde estão colocados os signos do zodíaco e que correspondem às doze constelações de estrelas fixas, as quais conservam até hoje o mesmo nome que na Antigüidade: Áries, Touro, Gêmeos, Câncer, Leão, Virgem, Libra, Escorpião, Sagitário, Capricórnio, Aquário, e terminando a Mandala Astrológica por Peixes. Quando o astrólogo faz a leitura de um mapa natal ou mapa astral, percorre cada um desses setores que são regidos pelos planetas Sol, Lua, Mercúrio, Vênus, Marte, Júpiter, Saturno, Urano, Netuno e Plutão, correspondentes às casas onde ocorrem as experiências da vida. Vamos encontrar várias mandalas feitas pelos alquimistas com o tema da astrologia, principalmente nos séculos XVI a XVIII.


A mandala trabalha os seguintes aspectos pessoais: físico, emocional e energético. No aspecto físico, promove-se o bem-estar, o relaxamento e a prevenção do estresse. Emocionalmente, pode trabalhar conteúdos oriundos de emoções antigas, atuais ou futuras, pois sinaliza aqueles que irão emergir. Neste trabalho (Mandalas Terapêuticas), é muito comum surgirem traumas passados, que são colocados no desenho de forma sutil, só percebidos por quem souber fazer a leitura do que está sendo sinalizado. Esta leitura se faz por meio do traço, da forma, das cores, dos símbolos e de vários outros aspectos que aparecem quando se desenha uma mandala terapêutica.

Qualquer pessoa pode se conhecer e se trabalhar com mandalas, tanto com a ajuda de um terapeuta, quanto sozinho.
A pessoa pode fazê-lo confeccionando e colorindo mandalas, ou, ainda, meditando com elas. A mandala irá colocar, de forma sutil, no lugar certo aquilo que se encontra fora de lugar, Jung diz que “A mandala possui uma eficácia dupla: conservar a ordem psíquica se ela já existe; restabelecê-la, se desapareceu. Nesse último caso, exerce uma função estimulante e criadora.”

No aspecto energético, a mandala ativa, energiza e irradia, podendo harmonizar ambientes físico ou pessoal carregados negativamente, ou aura de sofrimento e tristeza. Ainda energeticamente, a mandala pode levar a pessoa a contatos com dimensões supraconscientes e ao encontro de um caminho espiritual. Neste sentido, a mandala foi, e ainda é, muito utilizada para a meditação e para o desenvolvimento e a ampliação da consciência. No budismo tibetano os monges fazem-na de areia para depois serem ofertadas às divindades.
É importante saber que para qualquer finalidade que se queira alcançar trabalhando com mandalas tem de se desenvolver a perseverança, a persistência e a força de vontade. Trabalhar com mandalas é uma forma carinhosa de abrir o coração para a criatividade, a intuição e o amor.


A pessoa que trabalha com mandalas, sozinha ou com a ajuda de um terapeuta, beneficia-se de várias formas:

- prevenindo o estresse;

- preservando e organizando a saúde psíquica;

- aumentando a capacidade de atenção e de concentração;

- aumentando a capacidade de receptividade;

- aumentando a harmonia, a calma e a paz interior;

- aumentando a criatividade;

- ampliando a consciência;

- desenvolvendo o Eu Superior;

- encontrando um caminho espiritual.

Objeto de decoração – A finalidade primeira de uma mandala é trazer “ordem ao caos interior” de uma pessoa, é responder à pergunta “quem sou eu?”, proporcionar a descoberta interior e harmonia. Mas ela vem sendo utilizada também como objeto de decoração, dado as infinitas possibilidades artísticas em sua criação, que resulta em peças originais de rara beleza seja em tela, madeira, vidro, parede ou outros materiais.

Muitas vezes, o projeto Feng Shui de decoração para um ambiente indica a necessidade de uma mandala para determinado fim de energização. Vale a lembrança de que por trás da beleza há muita simbologia e, portanto, o ideal é que ela seja desenvolvida com exclusividade para cada pessoa.

A mandala não deve ser utilizada indiscriminadamente, fuja à tentação de adquirir uma destas produzidas em série, informe-se bem a respeito do artista plástico e da finalidade da mandala que o seduziu, porque mais que um objeto de decoração, ela é uma expressão artística altamente personalizada que pode determinar o equilíbrio de energias para a sua vida.
Fonte: http://beliefyourself.wordpress.com/mandalas



Na primeira fase da confecção de uma Mandala Terapêutica, o cliente (a pessoa ou a empresa)
faz uma entrevista (anamnese) detalhada, presencial ou não, para se identificar o problema.

Na segunda fase é confeccionada a Mandala Terapêutica específica para a harmonização e cura do cliente,
mediante a realização antecipada do depósito em Agência do Banco Santander, do valor total da mesma.

Para a realização desse trabalho, não é necessária a presença do cliente, apenas a sua "permissão" energética,
possibilitando que seja realizado à distância.

Os Atendimentos da primeira fase da confecção da Mandala Terapêutica,
podem ser realizados mediante o agendamento prévio:

Presencial


em escritório próprio,
em sua residência ou
em sua empresa

Não Presencial

* email,

* MSN,
* Skype ou
* Telefone.


Os atendimentos não presenciais são realizados
após confirmação do depósito bancário, em Agência do Santander


Atendemos todo o Brasil e o Exterior.